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Vacina para policiais e professores

Pessoa de segurança e educação serão imunizados da covid-19 a partir do dia 5 de abril

Publicado em: 24 de março de 2021 às 13:34

O Estado de São Paulo começará a vacinar professores, profissionais da educação, policiais e agentes de segurança contra a covid-19 a partir do dia 5 de abril. O anúncio foi feito pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), nesta quarta-feira (24).

Serão imunizados os policiais e, uma semana depois, a partir de 12 de abril, será a vez dos trabalhadores do ensino. "Feliz em poder anunciar que vamos começar a vacinação de professores e policiais contra Covid-19 no Estado", escreveu Doria em suas redes sociais.


Policiais e agentes

No caso da segurança pública, o governador enfatizou a importância de protegê-los por estarem na linha de frente.

“São 180 mil profissionais que atuam no estado de São Paulo, que estão na ativa, na proteção à população, na ajuda aos profissionais de saúde, e garantem os serviços essenciais. São policiais militares, bombeiros, policiais civis, policiais da Polícia Científica, agentes de segurança, agente de escolta, além das guardas civis metropolitanas municipais”, explicou.

Trabalhadores da educação

No caso dos profissionais da educação, a imunização começa uma semana depois dos agentes de segurança, em 12 de abril. “São 350 mil profissionais que atuam no estado de São Paulo, da creche ao ensino médio. [...] Professores, diretores de escola, inspetores e profissionais que trabalham nas redes municipal, estadual e privada”, resumiu Doria.

O secretário estadual de educação, Rossieli Soares, disse que "hoje é um dia de emoção" e "de esperança para o professor que quer voltar e sabe da importância da educação". Em seguida, registrou que o ensino "é a única coisa que vai mover a sociedade para outro patamar". A vacinação, porém, terá regras específicas num primeiro momento.

A partir de 12 de abril, começam a receber as doses as pessoas com idade a partir de 47 anos, da educação infantil ao ensino médio, das redes pública, estadual e privada. No caso da rede privada, serão exigidos os contracheques dos últimos dois meses para fins de comprovação.

"Serão 350 mil profissionais com 47 anos ou mais, o que representa 40% dos profissionais da Educação Básica atuantes em todo o Estado", afirmou Soares.


(R7)

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